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Como anda o mercado imobiliário no Brasil?
Publicado em 29/Jul/2021
Sem Categoria

Entender como anda o mercado imobiliário no Brasil é vital para todas as pessoas  interessadas nesse mercado, seja aos consumidores, que querem ter imóveis para morar ou mesmo para investir, seja para as empresas e profissionais que atuam no segmento e precisam fechar negócios para ter uma boa fonte de renda. Portanto, é vital fazer uma análise constante do mercado.

Se você tem acompanhado as notícias, sabe que houve um aquecimento considerável no mercado imobiliário brasileiro em 2020, mesmo com a pandemia do novo coronavírus (ou talvez por causa dela). Isso tem a ver também com um cenário macroeconômico específico, que veremos como funciona com mais detalhes a seguir. Mas será que esse cenário permanecerá em 2021 e 2022, ou será que ele vai estacionar ou diminuir?

É o que veremos a seguir. Quer aprender como anda o mercado imobiliário no Brasil? Então siga a leitura do artigo abaixo!

Como anda o mercado imobiliário no Brasil: 3 fatores a considerar

1. Cenário macroeconômico

Um dos principais fatores que afeta o mercado imobiliário no Brasil é o cenário macroeconômico nacional. Afinal de contas, esse elemento altera variáveis em todos os setores do mercado.

Por exemplo, a taxa Selic regula a taxa de juros de financiamento imobiliário e também a taxa de rendimento de aplicações financeiras. Na prática, isso significa que ela regula um aumento ou queda de demanda por parte de todos os consumidores.

Por exemplo, veja o cenário em que a Selic caiu ao seu mínimo histórico de 2% ao ano. Isso reduziu muito o ganho de investimentos de Renda Fixa, fazendo com que a rentabilidade perdesse valor perante a inflação superior à Selic. Ao mesmo tempo, reduziu muito o valor dos juros imobiliários.

Isso levou a um crescimento da busca por imóveis de luxo em Brasília e outras capitais nacionais. Afinal de contas, o público que investe nesses apartamentos e casas precisava de alguma opção para investir o dinheiro com maior rentabilidade, enquanto o financiamento ficou bem mais em conta.

Ao mesmo tempo, os próprios construtores e empreiteiras são afetados por esse cenário, já que eles também pagam juros imobiliários ao pegarem empréstimos para financiar a construção dos seus empreendimentos.

Assim, quando a Selic cai, eles acabam tendo menos custos para investir e podem construir mais imóveis, muitos deles mais requintados e com mais recursos, tendo em vista um custo menor.

Na prática, o cenário macroeconômico atual tem grande influência no aquecimento do mercado imobiliário. Portanto, é um bom momento para fechar negócios ou construir.

2. Pandemia

A pandemia do novo coronavírus teve e ainda tem grande influência no mercado imobiliário. Afinal de contas, as pessoas passaram mais tempo dentro de casa e isso acabou originando certos elementos específicos.

Para começar, ficar tanto tempo em casa fez com que as pessoas criassem um certo “ranço” do lar e procurassem outros lugares. Esse fator alimentou a demanda do mercado financeiro. Para se ter uma ideia, o setor de reformas e decorações aumentou muito desde o início da pandemia.

Além disso, muitas pessoas passaram a trabalhar em Home Office e vão continuar assim após a pandemia. Por causa disso, elas têm outras necessidades e precisam de imóveis diferenciados daqueles que tinham antes.

3. Setores com mais destaque

Um ponto importante a se ter em mente sobre o mercado imobiliário no Brasil é entender que nem todo setor tem o mesmo desenvolvimento e os mesmos resultados. Como vimos acima, o mercado de imóveis de luxo apresenta um desempenho melhor do que os mais populares.

A razão para isso é bem simples: em primeiro lugar, há maior demanda nos imóveis de luxo, já que é um público com recursos maiores e, portanto, mais interessado em aplicá-los no segmento.

Do outro lado, a renda dos brasileiros mais pobres caiu muito desde o início da pandemia, apesar do auxílio emergencial. Isso não permite que eles possam alugar ou comprar imóveis, fazendo com que os mais populares não tenham um desempenho tão bom assim.

É importante ter em mente que o crescimento e o aumento da demanda no mercado imobiliário não é uniforme e será afetado de maneira diferente dependendo do segmento. Algumas cidades, como Florianópolis, Brasília e São Paulo, têm notado um maior desempenho; já outras, que dependiam de outros fatores, tiveram um esfriamento do setor.

Pronto! Agora que você já sabe como anda o mercado imobiliário no Brasil, pode se posicionar do jeito certo. Se você quer comprar um imóvel, saiba que ainda é um bom momento, já que a taxa Selic ainda está baixa e pode crescer no futuro para outros níveis. Portanto, assinar um contrato de financiamento ainda é algo positivo. Com a perspectiva de um futuro mais nebuloso em curto prazo, agora ainda é um bom momento para você que quer vender pois não sabemos o que acontecerá em 2022.

E aí, o que você achou do conteúdo? Comente abaixo com a sua opinião sobre o tema!

 

 

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